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    Teatro-documentário "Pelos que andam sobre as águas do mar"

    19 de novembro

    Inspirado na obra “Os Pescadores”, de Raul Brandão, no trabalho de investigação realizado nas comunidades piscatórias de Portimão, Nazaré, Sesimbra, Setúbal e Montijo, e na investigação antropológica de Vanessa Amorim, o projeto tem o Museu de Portimão como parceiro, conta com a participação das atrizes Ana Lúcia Palminha e Suzana Branco e é encenado por Miguel Jesus.

  • A não perder

    Histórias na Quinta

    23 de novembro

    Como novidade nos ateliês, a Quinta Pedagógica irá iniciar uma nova atividade de sábado, as “Histórias na Quinta”, onde a Biblioteca Municipal vem à Quinta ler histórias.

  • A não perder

    Apresentação do livro “Crónicas ao correr do tempo” de João Miguel Cunha

    23 de novembro

    Desde jovem tem desenvolvido o gosto pela escrita. Os contactos com gente diferente, em terras diferentes, serviram de inspiração para passar ao papel uma série de crónicas, pequenas histórias e impressões de viagem que, agora, na serenidade da aposentadoria, editou no livro “Crónicas ao correr do Tempo”.

  • Notícias

    Programação Desportiva CED 2019 - Novembro

    1 a 30 novembro

    Conheça a programação do mês de novembro na CED 2019.

  • A Não Perder

    Exposição "João César, A Magia do Acordeão"

    Até 24 de novembro

    Uma homenagem da Câmara Municipal de Portimão e do Executivo da Junta de Freguesia de Portimão ao acordeonista portimonense, que começou a tocar aos 16 anos a solo, e também em conjuntos musicais por todo o país.

  • A não perder

    Novembro na Casa Manuel Teixeira Gomes

    Até 30 de novembro

    Em Novembro, não deixe de visitar na Casa Manuel Teixeira Gomes a exposição de pintura e ilustração ANTÍDOTO do portimonense João Sena, assim como a restante programação que este equipamento preparou para si.

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Nesta terça-feira, 5 de novembro, Portimão volta a assinalar o Dia Mundial de Sensibilização para o Risco de Tsunami, com um conjunto de iniciativas, entre as quais uma exposição e ações nas escolas.

Localizado numa zona de risco sísmico, Portimão é o primeiro município no país a ampliar a rede de sirenes, ficando operacionais até final do ano mais duas unidades, na sequência da parceria estabelecida em 2016 com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, tendo sido instalado um sistema-piloto para testar a respetiva adequabilidade.

Após diversos testes e consequentes estudos realizados pelas empresas especializadas, as novas sirenes ficarão instaladas no edifício da Capitania do Porto de Portimão e no Miradouro da Praia da Rocha, em complemento à unidade localizada na Fortaleza de Santa Catarina (Praia da Rocha), estando previstas, pelo menos, sete unidades para cobrir todas as áreas identificadas no Estudo de Risco Sísmico e Tsunami do Algarve. Este quantitativo poderá variar em função dos testes à capacidade de propagação do som a realizar após a instalação de cada fase, o que determinará a localização dos próximos equipamentos, nas freguesias de Portimão e Alvor.

A medida surge no seguimento da publicação, já no presente ano, dos normativos que regulam os sistemas de aviso à população e a sinalética a utilizar em todo o território nacional, com o propósito de cobrir toda a zona litoral do concelho. Trata-se de um investimento total de cerca de 200 mil euros, repartido em várias fases de implementação e suportado na íntegra pelo orçamento municipal.

AÇÕES DE SENSIBILIZAÇÃO

Quanto à programação do Dia Mundial de Sensibilização para o Risco de Tsunami, o Mercado Municipal de Portimão recebe a partir de hoje, 5 de novembro, a exposição sobre o sismo de 1969 preparada pelo Centro Europeu de Riscos Urbanos e Sociedade Portuguesa Engenharia Sísmica, que ficará patente até ao próximo dia 11.

Ao longo destes dias, marcarão presença permanente técnicos da proteção civil, para prestar esclarecimentos, e alunos do Curso Técnico de Proteção Civil da Escola Poeta António Aleixo, que sensibilizarão os visitantes para a adoção de comportamentos preventivos, em particular nos locais de maior risco.

Em complemento a esta ação, e no âmbito do Programa Municipal “A Escola e os Riscos... Preparar para Proteger“, terão início na EB da Pedra Mourinha um conjunto de ações de sensibilização dirigidas aos alunos sobre o risco de tsunamis e a constituição de ‘kits’ de emergência que devem estar permanentemente preparados, no âmbito do planeamento familiar de emergência.

PREVENÇÃO PIONEIRA

O Município de Portimão tem sido pioneiro no planeamento de medidas preventivas face a este fenómeno imprevisível, onde se destaca o trabalho de preparação em parceria com o Instituto Superior Técnico. Nesse sentido, as unidades orgânicas responsáveis pelo ordenamento do território e os sistemas de informação geográfica concluíram um modelo de implementação de áreas seguras e caminhos de evacuação desde as zonas suscetíveis de penetração de um tsunami, até aos pontos de encontro para a população instalados em áreas previamente identificadas para o efeito, considerando também os efeitos de um sismo.

De referir que a cidade de Portimão se situa numa zona que pode ser profundamente afetada por um tsunami, tal como sucedeu em 1 de novembro de 1755 e que atingiu a região do barlavento algarvio. Este evento histórico tem servido de suporte ao planeamento de emergência, às estratégias de mitigação do risco, bem como ao treino e conteúdo educacional que o Serviço Municipal de Proteção Civil tem vindo a desenvolver.

Considerando o tempo reduzido para reação a estes fenómenos imprevisíveis, foi iniciado um programa de sensibilização e informação abrangente e direcionado, tendo já iniciado nos estabelecimentos de ensino do concelho, prevendo-se ainda ações para residentes e empresários do turismo, hotelaria e restauração.

O Dia Mundial de Sensibilização para o Risco de Tsunami foi instituído pelas Nações Unidas, com o objetivo de alertar para a importância da preparação, em antecipação, reconhecendo os sinais de tsunami e interiorizando as medidas de autoproteção na sequência de um evento desta natureza.

Apesar de pouco frequentes, os tsunamis podem ser extremamente destruidores e mortais. Nos últimos cem anos, mais de 260 mil pessoas perderam a vida em 58 ocorrências, perfazendo uma média de 4600 mortes por tsunami, ultrapassando qualquer outro desastre ambiental.

 

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